Nasa lança satélites para estudar alterações da água na Terra

terça-feira, 22 de maio de 2018

Um par de satélites idênticos, do tamanho de dois carros esportivos, serão lançados com a missão de rastrear alterações na água e no gelo terrestres, oferecendo novo conhecimento sobre o aquecimento global e a elevação do nível do mar, informou a Nasa nesta segunda-feira (21).

Água subterrânea, oceanos, lagos, rios e mantos de gelo serão monitorados pelo Seguimento do Experimento Climático e Recuperação da Gravidade (GRACE-FO, na sigla em inglês), uma missão conjunta entre a agência espacial americana (Nasa) e o Centro Alemão de Pesquisas em Geociências (GFZ).

O lançamento dos satélites está previsto para as 12h47 desta terça-feira (16h47 de Brasília), da base Vandenberg da Força Aérea americana, na Califórnia.

O foguete Falcon 9, da SpaceX, irá colocar os satélites em órbita, a 500 km da Terra.

A dupla de satélites voará a 220 km de distância um do outro.

A Nasa investiu US$ 430 milhões (R$ 1,58 bilhão) na missão e a Alemanha, cerca de US$ 91 milhões (R$ 335 milhões).

O novo par de satélites vai retomar as análises do ponto em que a primeira missão GRACE parou, em 2017, após 15 anos de serviço.

A primeira missão GRACE deu aos cientistas uma coleção valiosa de dados sobre a retração permanente da massa de gelo na Antártica e na Groenlândia, e gerou informação utilizada em milhares de artigos científicos, informou a Nasa.

Nasa lança nave ‘caçadora de planetas’ a bordo de foguete da Space X

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Lançamento será na próxima segunda-feira (16) na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida.

A agência espacial americana (Nasa) irá lançar o satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite, em inglês) a bordo do foguete Falcon 9 da Space X nesta segunda-feira (16), às 19h32. A nave é o próximo passo para tentar descobrir novos planetas fora do nosso sistema solar (exoplanetas).

A TESS é um missão liderada e operada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e gerenciada pelo Centro Goddard de Voos Espaciais, da Nasa. Além disso, participam mais de uma dúzia de universidades, institutos de pesquisa e observatórios.

O satélite deverá explorar o universo por dois anos, na busca por milhares de novos exoplanetas. A agência americana vai atrás de estrelas tão brilhantes como o Sol. Acredita-se que a Via Láctea possua cerca de 400 bilhões delas. E se cada estrela não possui apenas um planeta ao redor, mas um sistema inteiro como o nosso?

A TESS tem quatro câmeras, que deverão observar estrelas de 30 a 100 vezes mais brilhantes que as encontradas pelo Kepler. As observações deverão tentar medir a massa, o tamanho, a densidade e as propriedades atmosféricas dos novos exoplanetas. Como sempre, as agências espaciais buscam pistas por vida fora da Terra.

Depois dessa missão, outro satélite será lançado: em 2020, o avançado telescópio espacial James Webb (JWST) usará o catálogo que deverá ser criado pela TESS para aprofundar os conhecimentos sobre exoplanetas.

TESS é o novo caçador de planetas (Foto: Nasa)

Iogurte pode prevenir infarto e AVC em quem tem hipertensão

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

 

 

 

Uma nova pesquisa publicada no American Journal of Hypertension traz um belo motivo para colocarmos o iogurte no carrinho na próxima visita ao supermercado. De acordo com ela, o alimento é aliado na prevenção de problemas cardiovasculares entre indivíduos com pressão alta.
Para traçar essa relação, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, analisaram os hábitos de 55 898 mulheres e 18 232 homens. Todos foram seguidos por aproximadamente 30 anos.
Ao avaliar os dados, os estudiosos notaram que a ingestão de iogurte foi inversamente associada ao risco de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame. Para sermos mais exatos, consumir o alimento duas ou mais vezes na semana diminuiu em 17% a probabilidade de males cardíacos nelas e 21% neles – isso em comparação com quem degustava uma porção do produto menos de uma vez ao mês.
Em comunicado à imprensa, um dos autores da investigação comentou que estudos menores já haviam sugerido que o iogurte faz bem ao coração por se tratar de um produto fermentado por bactérias. Independentemente dos benefícios ligados a esse derivado lácteo – que incluem ajuda na perda de peso e manutenção da saúde óssea, por exemplo –, é bom lembrar que um alimento não faz milagre sozinho.
Complementos
Cereais, sementes e oleaginosas: abastecidas de fibras, aveia, granola e chia enriquecem o iogurte. Já duas nozes ou castanhas fornecem teores significativos de selênio, zinco, vitamina E…
Mel: incluí-lo pode ser a solução para mascarar o azedinho do iogurte natural – o que mais vale a pena para a saúde. Mas não abuse. Ele é lotado de frutose, um tipo de açúcar.
Frutas: o iogurte não é fonte exemplar de muitas vitaminas. Para suprir essa deficiência, basta acrescentar frutas ao pote. Morango, uva e banana são ótimas pedidas.

Fonte: Exame.com

Cientistas dizem ter identificado mais antigo fóssil de Homo sapiens, e ele é 100 mil anos mais velho do que se acreditava

quarta-feira, 07 de junho de 2017

Restos encontrados no Marrocos haviam sido datados em 40 mil anos, mas nova pesquisa revelou serem muito mais antigos. Estudo foi publicado na revista ‘Nature’.

Fósseis de Homo sapiens descobertos no Marrocos – que tem entre 300 mil e 350 mil anos de idade – fizeram recuar em 100 mil anos a data da origem de nossa espécie, segundo dois estudos publicados nesta quarta-feira (7) na revista “Nature”.

“Esta descoberta representa a origem da nossa espécie, o Homo sapiens mais velho já encontrado na África e em qualquer outro lugar”, explica o francês Jean-Jacques Hublin, diretor do departamento de Evolução humana do Instituto Max Planck em Leipzig (Alemanha) e coautor do estudo.

Os fósseis foram descobertos em Jebel Irhoud, a cerca de 100 quilômetros de Marrakesh, durante a década de 1960, ao lado de ossos de animais e ferramentas de pedra. Originalmente, esses fósseis foram datados como tendo cerca de 40 ml anos de idade e eram considerados como uma forma de Neanderthal da África. Mas análises feitas posteriormente colocaram em dúvida essas conclusões.

Hublin e sua equipe analisaram os fósseis e identificaram diversas características – incluindo as morfologias facial, mandibular e dentária – similares aos humanos modernos recentes. Com base nessas análises, os autores sugerem que os hominídeos de Jebel Irhoud fazem parte das primeiras fases evolucionárias do Homo sapiens.

Até então, o fóssil mais antigo atribuído a uma forma moderna de Homo sapiens tinha sido datado com 195 mil anos.

COM INFORMAÇÕES (G1)


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