Paixão de Cristo 2018 terá Renato Góes, Nicole Bahls e Tonico Pereira

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Temporada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém vai acontecer de 24 a 31 de março.

Renato Góes vai interpretar Jesus

Foi divulgado nesta quarta-feira (29) o elenco da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém para a temporada 2018. Renato Góes, Kadu Moliterno, Victor Fasano, Tonico Pereira e Nicole Bahls estão entre os atores do evento que vai acontecer de 24 a 31 de março.

Renato Góes vai interpretar o papel de Jesus na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Está será a quinta vez que Góes estará atuando na cidade-teatro pernambucana. De 2007 a 2010 ele participou do espetáculo no papel do apóstolo João.

Além de Renato Góes, a Sociedade Teatral de Fazenda Nova divulgou os nomes de Kadu Moliterno (Pilatos), Victor Fasano (Herodes), Tonico Pereira (Anás) e Nicole Bahls (Herodíades) como artistas convidados para integrar o elenco.

Além dos artistas convidados, o elenco é formado também por mais de 50 atores e atrizes pernambucanos, onde se destacam Fabiana Pirro (Maria), Ricardo Mourão (Caifás), Júlio Rocha (Pedro) e José Barbosa (Judas) e outros.

A encenação conta com a experiente direção artística dos pernambucanos Carlos Reis e Lúcio Lombardi, que desde 1997 conduzem com maestria a montagem do grandioso espetáculo. Como acontece todos os anos, o elenco estará a partir do próximo dia 5 de dezembro, na cidade-teatro de Nova Jerusalém, localizada no município do Brejo da Madre de Deus, no Agreste, para a gravação dos filmes de divulgação do espetáculo.

O espiritismo

terça-feira, 09 de maio de 2017

 

O stress, a rotina, os problemas pelos quais passamos, a depressão, tudo isso nos conduz a nos fecharmos em nós mesmos, num mundo por nós criados, onde abundam pensamentos que nos ensurdecem espiritualmente, impedindo-nos de ouvir nossa intuição, guias e mentores espirituais, bem como o conselho de outras pessoas.

 

Frequentemente vamos ao terreiro querendo ouvir respostas contundentes dos guias, respostas que modifiquem completamente nossas vidas, mas muitas vezes não as encontramos. E, por quê?

 

Já escutou aquele ditado que diz que “o pior cego é aquele que não quer enxergar”? Se isso vale para os cegos, por que não dizer que o pior surdo é aquele que não quer ouvir?

 

Mas, como assim uma pessoa que vai a busca de respostas não quer ouvir? Embora aparentemente queira, não se encontra em um estado receptivo para ouvir, pois muitas vezes só quer reconhecer ou aceitar mensagens diretas e sobrenaturais, não percebendo que, muitas vezes, a espiritualidade nos fala de formas sutis, e que para escutá-la é necessário estar atento e receptivo as coisas que nos ocorrem, porque na maioria das vezes essas respostas nos vêm de forma indireta. Para tanto, é preciso silenciar nossas vozes internas, isto é, nossos pensamentos, nossa ansiedade, nosso ceticismo, tristeza, apatia espiritual, entre outros.

 

Somos a todo instante guiados por Deus, por nosso eu real ou superior, pelos mestres, mentores e guias espirituais, a todo tempo inspirados, mas não conseguimos captar as mensagens por nos encontrarmos em outra frequência vibratória, por estarmos imersos em um “mundo” por nós criado que impede a comunicação com esferas mais elevadas do plano astral. Isso pode soar meio esotérico, mas é a pura realidade: para recebermos orientações da espiritualidade precisamos elevar nossa faixa vibratória para nos encontramos numa frequência apropriada para receber as informações que nos são enviadas, tal como um aparelho de rádio precisa ser sintonizado com uma emissora de rádio para podermos escutar um programa que está sendo transmitido.

 

Certa vez li um texto de um místico sufi que dizia que se fossemos escrever livros com as palavras que Deus nos transmite precisaríamos de mares de tinta. Em outras palavras, a espiritualidade nos fala de forma superabundante a todo instante, só precisamos parar para ouvir.

 

A sutileza de uma mensagem não diminui o valor dela. Se a espiritualidade fala de forma direta e indireta o importante não é a forma, mas sim, a essência da mensagem.

 

A espiritualidade nos fala de diversas formas: sentimentos de paz profunda ao contemplar a natureza, uma leitura espiritual (e até mesmo uma leitura comum, não religiosa), o conselho de um amigo ou outra pessoa, um assunto que é discutido ou comentado durante uma reunião, e até mesmo uma conversa, que ouvimos sem querer, na qual uma pessoa fala para outra justamente aquilo que nós precisamos ouvir!

 

Na maioria das vezes a espiritualidade nos fala através da intuição por meio de sentimentos e/ou pensamentos, e isso ocorre com muita frequência, tendo eu comprovado isso nas experiências de minha trajetória evolutiva. Muitas vezes estou refletindo acerca de um assunto que me surge espontaneamente durante a semana e quando chego ao terreiro os guias espirituais da zeladora da casa estão repetindo as mesmas coisas que a espiritualidade me intuiu durante a semana, e quando não são os guias, é uma irmã nossa que sempre conduz alguns minutinhos de reflexão durante a gira. Ás vezes, escrevo um texto e posto no blog e depois de alguns dias escuto a mesmíssima mensagem do texto em outro lugar! Apesar de isso acontecer frequentemente sempre me surpreendo! Isso mostra que há uma uniformidade nas informações que a espiritualidade vem nos transmitindo e, ao mesmo tempo, que a espiritualidade está nos guiando conjuntamente.

 

Portanto, precisamos aprender a ouvir e isso significa nos recolhermos em nosso interior, diminuir o fluxo de pensamentos e os sentimentos alterados – inclusive a euforia –, sentar em um lugar tranquilo e estar receptivo. Mesmo nos lugares tumultuados devemos estar receptivos, pois a espiritualidade pode nos falar por meio dos ruídos do trovão, bem como através de uma brisa suave, como descrevem as narrativas bíblicas.

 

O fator que mais rompe nossa conexão com o divino – em minha opinião – é a rotina. A rotina faz com que não vejamos a beleza do sol, das flores e nem sintamos alegria pela brisa que bate em nossos rostos em um dia de calor. A rotina torna tudo muito comum e as pessoas sempre têm uma tendência a desvalorizar tudo o que é comum. A solução, então, é buscar formas de sempre sair da rotina.

 

Sentimentos inferiores como raiva, mágoa, tristeza, entre outros, também enfraquecem nossa ligação com o divino, porque baixam nossa frequência vibratória, e, por isso, as práticas da oração e da meditação, bem como outras formas de combater essas mazelas, são recomendadas para elevar nossas mentes e corações à vibração adequada para sintonizarmos com a espiritualidade.

 

Cada pessoa encontrará, com a prática, o seu método. O importante é conscientizarmos de que a espiritualidade nos fala constantemente, reconhecer que essas mensagens nos chegam de formas muito sutis, encontrar meios de elevar nossa faixa vibratória e estar receptivo às informações e às formas pelas quais nos serão transmitidas. A prática contínua destas sugestões comprovará que a espiritualidade tem nos guiado constantemente e que todo o conhecimento de que necessitamos está disponível para aqueles que o querem e estão receptivos.

 

(Arauto de Aruanda)


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